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Após análise do trabalho desenvolvido pelo Instituto Empresariar, o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) admitiu em seus quadros o CEO do Empresariar Cícero Rocha, através dessa associação ratificamos nosso compromisso com a implantação da governança corporativa nas empresas e ficamos, através da interação com o IBGC, alinhados com as melhores práticas de governança.

Cícero Rocha - CEO do Instituto EmpresariarIBGC


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O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mapeou, pela primeira vez, as empresas consideras de alto crescimento e constatou que o grupo representava, no período de 2005 a 2008, 8,3% das firmas com mais de dez empregados instaladas formalmente no país. Juntas, elas geraram 2,9 milhões de empregos formais nesses três anos –ou 57,4% do total de vagas criadas.

Estão nesse rol companhias que registraram por três anos consecutivos uma expansão de, ao menos, 20% no seu quadro de funcionários. Tal critério é adotado pela OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) e passou a ser usado pelo IBGE no estudo Demografia das Empresas de 2008, feito a partir do Cadastro Geral de Empresas do instituto e divulgado nesta quarta-feira.

Segundo o IBGE, a proporção de empresas de alto crescimento no país é tida como alta, se considerados os padrões internacionais. Na última pesquisa da OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico), Espanha e EUA registraram, no topo da lista, taxas próximas a 6%.

De acordo com Denise Guichard, gerente de análise do Cadastro Central de Empresas do IBGE, o maior percentual de companhias de alto crescimento no Brasil pode estar relacionado à diferença de períodos das pesquisas do IBGE e da OCDE.

É que, diz, os anos de 2005 e 2008 foram de grande crescimento do comércio global e também de maior dinamismo do mercado doméstico. “A diferença temporal entre os estudos pode explicar o desempenho mais favorável das empresas brasileiras, que se beneficiaram da ampliação do crédito, do consumo interno aquecido e da expansão da demanda externa.”

Pelos dados dos IBGE, havia 372 mil empresas com 10 ou mais pessoas assalariadas no país em 2008. Desse total, 31 mil estavam no grupo de alto crescimento, cujas empresas pagavam salário médio mensal de 2,4 salários mínimos.

O total de empregados no grupo de empresas de alto crescimento passou de 1,6 milhão para em 2005 para 4,5 milhões em 2008 –alta de 173,7%. No mesmo período, o pessoal ocupado no conjunto de empresas aumentou menos: 22,2%.

As firmas de alto crescimento correspondiam, em 2008, a apenas 1,7% do total de empresas com mais de dez empregados. As atividades com as maior número de empresas nesses grupos eram: indústrias de transformação (27,4%), comércio (26,4%) e construção (12,2%).


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O lucro do Bradesco de R$ 2,527 bilhões no terceiro trimestre deste ano é o maior da historia registrado por um banco de capital aberto brasileiro para o período, segundo levantamento da consultoria Economática divulgado nesta quarta-feira (veja abaixo lista dos maiores lucros de bancos brasileiros).

A instituição bancária divulgou hoje o resultado e deu início à temporada de resultados financeiros do setor. O lucro apresentou crescimento de 39,5% sobre o mesmo período do ano passado e de 5,1% sobre o período entre abril e junho.

O lucro ajustado, que desconta os efeitos extraordinários como venda de participações em empresas e provisões para perdas com planos econômicos, ficou em R$ 2,518 bilhões no período de julho a setembro, crescimento de 40,3% sobre o mesmo trimestre de 2009.

O lucro líquido ajustado no acumulado do ano foi de R$ 7,12 bilhões (variação de 23,9% em relação ao lucro líquido ajustado de R$ 5,74 bilhões no mesmo período de 2009).

No final de setembro, a carteira de crédito do terceiro maior banco privado brasileiro ficou em R$ 255,61 bilhões, em alta de 18,6% sobre o final de setembro de 2009 –período em que a concessão de crédito ainda se recuperava da escassez de recursos causada pela crise econômica internacional.

As operações com pessoas físicas totalizaram R$ 92,90 bilhões — crescimento de 23% — enquanto as operações com pessoas jurídicas somaram R$ 162,71 bilhões (crescimento de 16,2%).

A inadimplência, por sua vez, caiu para 3,8% no final do terceiro trimestre, contra 5% no mesmo período do ano passado. No balanço de junho, a taxa havia ficado em 4%, surpreendendo o banco, que só esperava este patamar no fim deste ano. Antes da crise, os atrasos eram de 3,4%.

O valor de mercado do Bradesco em 30 de setembro de 2010 era de R$ 114,51 bilhões, ressaltando que as cotações das suas ações preferenciais tiveram valorização de 19,6% nos últimos 12 meses.

Os ativos totais em setembro deste ano registraram saldo de R$ 611,90 bilhões, crescimento de 26% em relação ao mesmo período de 2009.

O patrimônio líquido em setembro de 2010 somou R$ 46,11 bilhões, 18,6% superior a igual período do ano anterior.

Maiores lucros de banco brasileiros no 3º trimestre

A pesquisa da Economática aponta os melhores resultados de bancos de capital aberto brasileiros em um terceiro trimestre e o ano em que ele ocorreu:

1º Bradesco – R$ 2,527 bi (2010)
2º Itaú Unibanco – R$ 2,428 bi (2007)
3º Itaú Unibanco – R$ 2,268 bi (2009)
4º Brasil – R$ 1,979 bi (2009)
5º Bradesco – R$ 1,910 bi (2008)
6º Brasil – R$ 1,867 bi (2008)
7º Itaú Unibanco – R$ 1,848 bi (2008)
8º Bradesco – R$ 1,811 bi (2009)
9º Bradesco – R$ 1,810 bi (2007)
10º Brasil – R$ 1,438 bi (2005)

Fonte: UOL


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De cada 100 empresas abertas no Brasil em 2007, 24 encerraram suas atividades no ano seguinte. O dado faz parte de um estudo divulgado nesta quarta-feira (27) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Segundo a pesquisa, de um total de 464.700 mil empresas que iniciaram suas atividades em 2007, 353.500 mil (76,1%) continuavam no mercado em 2008. As outras 111.200 (23,9%) já tinham encerrado suas operações.

O estudo também aponta uma relação entre o tamanho da empresa e sua sobrevivência. Quanto menor o negócio, menos chances ele tem de durar.

De acordo com o IBGE, entre as empresas sem pessoal assalariado (composta somente por proprietários), 70,6% seguiam operando em 2008. Essa taxa sobe para 91,8% entre as empresas que possuem entre um e nove assalariados.

No caso das empresas com 10 ou mais pessoas assalariadas, esse índice chega a 95,7%.

“As empresas maiores, com maior capital imobilizado, tendem a permanecer mais tempo no mercado, pois os custos de saída costumam ser elevados, dentre outros fatores”, afirma o estudo.

Por setor

O IBGE também analisou a sobrevivência das empresas de acordo com o setor de atuação.

De acordo com o estudo, a área de educação concentra as empresas que mais sobrevivem após o primeiro ano de atuação – 81,1%. Artes, cultura e esportes aparecem em segundo lugar, com 80,9%, e eletricidade e gás, em terceiro, com 79,3%.

Na outra ponta da tabela encontram-se comércio (73,1%), atividades imobiliárias (72,6%), indústria extrativa (71,9%) e indústrias de transformação (71,8%).


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No último dia 02 de setembro o presidente do Bradesco Luiz Carlos Trabuco Cappi apresentou para profissionais do mercado financeiro os resultados do banco no 1º semestre de 2010 e a estratégia para continuar crescendo. Além do excelente resultado financeiro obtido, mereceu destaque a politica do Bradesco de estar presente em todos os municípios do Brasil, levando oportunidade de negócios para todas as cidades do país. Compareceram ao evento o CEO do Instituto Empresariar Cícero Rocha e o Gerente Corporativo Edilson Botto que após a apresentação trocaram idéias com o Dr. Trabuco Cappi e com o diretor vice-presidente de RI Domingo Figueiredo Abreu.



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